O tabagismo pode causar cerca de 50 doenças

O cigarro é extremamente nocivo à saúde.
As substâncias contidas nele podem causar em torno de 50 doenças diferentes, relacionadas ao coração, à circulação, cânceres e vários tipos de problemas respiratórios.

A cada tragada, 4.700 substâncias tóxicas são inaladas. Dessas, 43 são comprovadamente cancerígenas, sendo as três piores: a nicotina, que provoca a dependência e está associada a problemas cardíacos e vasculares; o monóxido de carbono, que reduz a oxigenação sanguínea no corpo; e o alcatrão, que é composto por polônio, chumbo, arsênio, e tem ligação com os cânceres na boca, laringe ou estômago.

Mas não é apenas o fumante que sofre desse males, aqueles com convivem com os usuários, os chamados fumantes passivos, também pode desenvolver doenças relacionadas ao cigarro. No Brasil, o tabagismo é responsável por mais de 120 mil mortes ao ano.

Quando a fumaça é tragada, ela provoca alterações no organismo, como aumento da pressão arterial, dos batimentos cardíacos e constrição dos vasos sanguíneos, o que eleva o risco de desenvolvimento de sérias doenças, como hipertensão arterial, infarto do miocárdio, arterosclerose, angina, acidente vascular cerebral (AVC) e aneurisma da aorta.

Ainda há o risco de outras doenças, como:

– Bronquite crônica e tuberculose;
– Tromboangeíte obliterada;
– Enfisema pulmonar;
– Cânceres de pulmão, boca, laringe, esôfago, pâncreas, bexiga, rim, faringe, colo de útero, mama, reto, intestino e próstata;
– Diabetes;
– Otite;
– Amigdalite;
– Osteoporose;
– Estomatite;
– Aborto;
– Linfoma;
– Catarata;
– Deslocamento da placenta, entre outras.

Os problemas causados pelas substâncias presentes no cigarro são graves, portanto, o ideal é parar de fumar. Quem tem o hábito há muito tempo, pode sofrer um pouco mais ao tentar largar o vício, mas vale o esforço. Para abandonar o cigarro é preciso ter força de vontade e motivação pessoal, muitos estabelecem uma data específica para começar.

Um médico pode prescrever medicamentos que ajudarão durante a síndrome de abstinência.

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Fonte: Qualidade em Saúde